VilmaSouza

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7 de agosto de 2009

Gripe Suína (H1N1)=Gripe Espanhola

Acreditem é isto mesmo que diz o título.
Eu estava lembrando e conversando com a minha sogra ontem, que quando encontraram e exumaram corpos de uma vitima da Gripe Espanhola isto não iria dar certo porque mesmo no nosso século ainda não tinhamos todas as respostas sobre esta pandemia que foi a doença do ano de 1918 e 1919.
E ninguém lembrava deste episódio porque foi pouco divulgado e eu aqui falando que a Gripe Suína ou agora melhor Influenza A (H1N1) é a mesma Gripe Espanhola e nada mais era do que resultado daquele fato.
Tanto falei ja sabia e muitos não acreditavam.
Então resolvi pesquisar e agora depois de algumas leituras infelizmente reafirmo que a doença é a Temível e Terrível Gripe Espanhola.
Infelizmente faço esta constatação, pois, ainda não estamos preparados para enfrentar esta Doença e será que um dia estaremos, pra que mexer com quem estava quieta, sem incomodar.
Sempre se fala que quem procura acha e eles acharam e não tinham consciência do que acharam. (Vilma de Souza)
LEIA A REPORTAGEM ABAIXO:
Fonte:http://fimdostempos.net/gripe-suina-laboratorio-veja.html - Revista Veja 18 de outubro de 2006: Pesquisadores americanos recriaram o vírus H1N1?
Letal por natureza
Pesquisadores americanos descobrempor que o vírus da gripe espanholamatou tanta gente.

Giuliana Bergamo
Pesquisadores americanos deram um grande passo na elucidação de um dos maiores enigmas da medicina do século XX – o que fez do influenza H1N1 um vírus tão letal, responsável pela pior pandemia da história, a gripe espanhola. Entre setembro de 1918 e abril de 1919, 50 milhões de pessoas morreram em todo o mundo, o equivalente a quase 4% da população mundial de então. Só no Rio de Janeiro a gripe fez 15.000 vítimas fatais em apenas um mês, entre elas o presidente Rodrigues Alves. “Com o tempo, formou-se a convicção de que o vírus matou tanta gente porque encontrou uma população abatida pela I Guerra Mundial, desnutrida, sem hospitais ou medicamentos adequados”, diz o virologista Edison Durigon, professor da Universidade de São Paulo. Esse cenário facilitou, é obvio, a disseminação da doença. Mas o que se descobriu agora é que o H1N1, não importam as circunstâncias, tem mesmo um alto poder de destruição. Isso porque a resposta imunológica deflagrada pelo vírus é tão severa que o próprio organismo passa a atacar e destruir todas as suas células. O mistério de tanta agressividade, no entanto, ainda não foi totalmente desvendado. Falta entender quais os mecanismos bioquímicos envolvidos nesse processo.

No experimento levado a cabo pelos americanos, ratos de laboratório morreram apenas seis dias depois de infectados pelo vírus. Foi constatado que nos pulmões dos animais havia uma quantidade de vírus dez vezes maior que a encontrada nos dos camundongos contaminados com as versões mais comuns do influenza. Esse fato explica por que os doentes de 1918 morriam com os pulmões congestionados e enrijecidos. Sem oxigenação, ficavam tão arroxeados que era difícil distinguir o cadáver de um branco do de um negro. “A morte chega em poucas horas. Os doentes morrem sufocados. É horrível ver esses pobres-diabos sendo abatidos como moscas”, lê-se num relato médico escrito na ocasião.

Ao longo de cinqüenta anos, estudiosos de diversos centros de pesquisa peregrinaram pelas regiões mais geladas do planeta em busca de exemplares preservados do vírus da gripe espanhola. A primeira peça desse quebra-cabeça foi encontrada no vilarejo de Brevig Mission, no Alasca, onde, em cinco dias, 72 dos seus oitenta moradores sucumbiram ao H1N1.
Em 1997, no cemitério local, os americanos Johan Hultin e Jeffrey Taubenberger encontraram fragmentos do vírus no cadáver exumado de uma senhora bastante gorda. A especificação aqui do biotipo da mulher é importante porque explica as boas condições em que as partículas do H1N1 foram encontradas – o acúmulo de tecido adiposo ajudou a preservá-las da ação do tempo. De posse das amostras do H1N1, os pesquisadores deram início à reconstrução do vírus. Graças aos avanços no campo da biologia molecular e ao desenvolvimento de seqüenciamento genético, foi possível reativar o H1N1. Hoje, essa amostra está guardada num laboratório do Instituto de Patologia das Forças Armadas, em Washington, nos Estados Unidos. Foi ela que serviu de base para o experimento com os ratos.

As últimas pesquisas com o H1N1 causaram alvoroço. Alguns especialistas aplaudem o feito. Outros, porém, mostram-se reticentes. O temor é o de que, ao desenterrar o vírus dos confins gelados do Alasca e usá-lo em experiências, a ciência tenha criado uma poderosa arma biológica. Além disso, o genoma do H1N1 está arquivado no GenBank, dos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos, uma espécie de biblioteca com informações detalhadas sobre o seqüenciamento genético das mais variadas estruturas. Ou seja, qualquer pessoa pode ter acesso às informações necessárias para a construção do H1N1. O outro receio é que deixem o vírus escapar do laboratório onde é estudado.

O risco de um acidente desse tipo vir a ocorrer é pequeno. Há duas décadas, os laboratórios onde são manuseados vírus e bactérias passaram a ter de contar com uma série de itens de segurança. Naqueles de níveis mais simples, o 1 e o 2, faz-se a análise de agentes infecciosos de baixa virulência e sobre os quais a medicina tem controle, como a Salmonella, a bactéria responsável por quadros de intoxicação alimentar. O influenza H1N1 está num laboratório de nível 3 de biossegurança, onde se trabalha com micróbios altamente patogênicos para o homem, mas contra os quais a medicina dispõe de algum controle. Nos de nível 4, estudam-se vírus como o ebola, em relação aos quais não há defesa conhecida. O acesso a esses centros é muito restrito.
“Se, porventura, o vírus da gripe espanhola contaminar algum pesquisador, é fácil identificar quem esteve com ele e, assim, conter a infecção rapidamente”, diz o infectologista Luiz Jacintho da Silva, pesquisador da Universidade Estadual de Campinas.
Há 146 tipos de vírus influenza. De todos, o H1N1 permanece o mais agressivo. Com o seu seqüenciamento genético, foi possível determinar que ele pulou diretamente de seu hospedeiro natural (as aves) para os seres humanos. O outro único influenza com essa característica é o H5N1, causador da gripe aviária.
Recentemente, a iminência de um alastramento dessa doença entre seres humanos colocou o mundo de prontidão. O avanço das pesquisas sobre o vírus da gripe espanhola deve auxiliar na decifração do mecanismo de ação do H5N1.

Os pesquisadores americanos recriaram o vírus H1N1 em laboratório e infectaram ratos. Os principais achados dessa experiência foram:
• A resposta imunológica deflagrada pelo vírus da gripe espanhola foi muito severa, o que levou o organismo dos animais à falência
• Entre o primeiro e o terceiro dias de infecção, a quantidade de partículas do vírus nos pulmões dos ratos contaminados era 10 vezes maior do que nos dos animais infectados por outros tipos de vírus da gripe
• As cobaias contaminadas pelo H1N1 perderam 13% do peso corporal em dois dias de infecção
• 100% dos ratos infectados pelo vírus da gripe espanhola morreram no sexto dia de infecção
Fontes: revista Nature, Edison Durigon, virologista,e Luiz Jacintho da Silva, infectologista.
Aqui eu volto a falar infelizmente eu tinha razão por alguma diversidade ou não alguma coisa aconteceu e não querem nos contar ou melhor eles nunc ateriam coragem de dizer a verdade afinal pra que alarmar o cotidiano do povo o povo é o POVO e pode continuar na inobservância e na ignorância e continuar a sua vidinha de POVO manipulado e que acredita no que ouve.
Agora procure as suas constatações? Quais são?
Aqui em Curitiba mais uma semana sem aulas em Todo o Sistema Educacional.

8 comentários:

DE VEZ EM QDO VENHO AQUI disse...

e os gdes laboratórios mundiais, lucram mais e mais...

mas tenho certeza q esse vírus foi espalhado propositalmente,tava lendo um blog de um jornalista, http://blogdosakamoto.blig.ig.com.br
depois vai lá...
achei super legal.

olha q interessante, em Foz,os medicos ao perceberem q nao adiantava dar o tamiflu depois de 48 horas, pq o efeito seria zero,passaram a dar assim q fosse detectado caso de gripe, se isso tivesse sido feito antes, nao teriam morrido tanta gt...
Desde 24 de julho, quatro dias após modificar o protocolo de distribuição do Tamiflu para pacientes com suspeita de gripe suína, a cidade de Foz do Iguaçu (PR) não registrou mais internações de moradores da cidade, com sintomas graves da doença, em leitos de UTI. "O último paciente grave que tivemos, veio de outro município", afirmou a Terra Magazine a infectologista Flavia Trench, que trabalha na rede privada da cidade.
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abço!!adorei falar com vc hj!!

Betho Sides disse...

Bem minha querida Vilminha...
Você descobriu o que para mim era obvio, visto que o H1n1, causa hemorragia nos pulmões da mesma maneira que a gripe espanhola(diga-se de passagem que este influenza gosta por demais da língua espanhola, já que desta vez foi o Mexico a origem!), não apenas é o mnesmo influenza, como é uma variação mais calma, não tão agressiva como o Espanhola! Agora o número de infectados somente saberemos dentro de 7 meses, pois os dois únicos laboratorios que fazem o teste (Curitiba e São Paulo), estão com uma fila de seis meses, assim por essa época saberemos o nº exato de doentes neste período, só que até lá muita gente já morreu...

De um pulo no blogue e veja às surpresas do evento. Beijo9s e bom final de semana.
Betho

e disse...

Olá...muito importante esse seu post, moro perto de Curitiba, por enquanto aqui na minha cidade não divulgaram nenhum caso, mas acredito que deva ter sim, apenas nõ divulgam. Bjos e bom fds

Evelize disse...

O post anterior foi meu,não sei o que fiz que postou tão rápido rsrs

paula barros disse...

É assustador cada vez que vamos tendo mais conhecimentos de fatos como esse.

Li num blog que em Curitiba é alarmente os números de casos e que não estão sendo divulgados.

Muitos ainda se vão, essa é a verdade.

beijos, tudo de bom para você.

Dá os parabéns ao Flor pelo dia dos Pais.

Meire disse...

è assustador saber que tudo isso esta' acontecendo e as autoridades competentes insistem que preica ter medo.
Como nao?
Ta' morrendo gente, muita gente, talvez muito mais do que estao anuncinado.
Recebi um e-mail de uma conversa no msn entre uma medica e sua amiga que me deixou muito assustada.
Bjs
Meire

Everson Russo disse...

Minha querida amiga, quando a gente pula de planeta e se joga no infinito,rs,rs,rs, já é uma loucura total, mas o endereço normalmente é Rua Estrela do Amor Impossivel sem numero, Bairro dos Sonhos, num país distante....mas tenha a certeza, se um dia eu por lá for morar, faço questao de arrastar a minha estrela pra perto daquele banquinho de frente ao mar, lembra dele? e lá estarei ao seu lado, violão, e olhando ondas vendo a vida passar...rs..rs..divagação total....passando ao mundo real, acredite, ontem as meninas foram visitar o Ivson, dia dos pais, eu nem fui pra deixar o tempo todo pra elas, chegaram lá e ele nao estava no quarto, estava dando voltas pelos corredores,,,olha se não é Deus já empurrando ele pra andar e sair o mais rapido possivel? tudo que os medicos queriam, que ele perdesse o medo de andar, mas eu obriguei ele a fazer isso sexta, sabe o que fiz? fui com minha sobrinha, entrei primeiro e disse a ele, o Sammuel, que é o netinho mais novo, de um ano, tá la embaixo, daqui a pouco eu desço, a Evelyn, a mãe do Sammy e filha dele, sobe e voce vai ate aquela janela ali que vou levar ele lá pra voce ve lo...rs..rs..rs..ele concordou, emocionou, foi bom, percebeu que estava bom pra andar....coisas de Deus....beijos querida, tenhauma linda semana de amor e paz...fique com Deus..

Bandys disse...

Vilminha,

Sua sumida!!! Eu tambem estou, hahaha, mas como voce disse, viva e deixe viver..

Eu infelizmente ja sabia disso. E o povo mais uma vez perd!!

Em homenagem a nossa amizade deixo pra voce um recadinho!!
Amizade é assim
Se um de nós é sol
O outro é o calor
Se um de nós é tinta
O outro se faz cor
Se um de nós é paz
O outro é a harmonia
Se um se faz sorriso
O outro é a alegria
Se um traz o abraço
O outro é um carinho
Se eu sou farol na noite
Você mostra o caminho
Amigos de fato
São dons partilhados,
É o bem dividido,
Que é multiplicado
Que vc seja sempre muito feliz!


Beijos no ♥